Category: CASOS E CAUSOS

O FURTO DA CAPIVARA

Esta estória foi narrada por CORNÉLIO PIRES, que foi grande poeta e escritor, além de folclorista e compositor uma pessoa de grande espírito. Passo do

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Amor em tempos de Internet

Eis aqui uma história de amor, típica dos dias e noites atuais. Foi no ciberespaço que nosso príncipe galante vem a conhecer a princesa dos seus sonhos. Logo se apaixonam. Acreditam ter achado suas almas gêmeas. Ansiosos e esperançosos, os dois finalmente marcam um encontro de reconhecimento pessoal. Ele chega ao local marcado e descobre, estarrecido, que… ela, a sua amada virtual, era ninguém mais, ninguém menos, do que … Veja quem era a sedutora do teclado e quais as consequências desse espantoso romance das nuvens no texto de nossa colaboradora Ivone Zeger (leia mais).

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JUSTIÇA – DEFENDA SEUS DIREITOS

Primeiro dia de aula, o professor de ‘Introdução ao Direito’ entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
– Qual é o seu nome?
– Chamo-me Nelson, Senhor.
– Saia de minha aula e não volte nunca mais! – gritou o desagradável professor.
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada…

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SEU DOUTOR FAÇA UM FAVOR…

Qual o tratamento devido a um magistrado, fora do seu ambiente de trabalho? Doutor, Excelência, ou simplesmente você? Problemas ocorridos no interior do prédio em que o juiz morava deram margem a bateboca com o zelador. A briga aumentou quando o meritíssimo foi interpelado com um reles “você”, sem a dignidade inerente ao seu alto cargo. Ele não gostou da intimidade, e entrou com ação de obrigação de fazer, para que o réu fosse compelido a lhe dar tratamento condigno, de senhor doutor, e igualmente chamar sua mulher como senhora doutora, sob pena de sujeitar-se ao pagamento de multa diária. O pedido foi julgado improcedente pelo doutor juiz que examinou a causa. Veja em …

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FURTO DE DUAS GALINHAS, TENHA DÓ, NÃO DÁ PRISÃO

Dr. Vicente Alencar, Defensor de boa ação,
Pôs-se em defesa de réu, acusado de ladrão,
Só porque pegou penosas, da avó de criação.
Em lugarejo Bonito, Comarca de Santa Fé,
Na valente Paraiba, é que se deu o escrito.
Veja que bela sentença, rimada e fundamentada,
Ditou o Doutor juiz, Marcos Mairton togado,
de coração com justiça, mandando arquivar os autos,
alegrando toda a praça, incluindo a bicharada,
por ter retornado a paz, perdoando o réu camarada,
pra não pecar nunca mais.

Euclides de Oliveira,
poeta desengonçado, mas que divulga o que é belo, o certo, o justo e o julgado.

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CAUSOS FOLCLÓRICOS DO JÚRI

Em crônica publicada pela mídia no ano de 2005 (site www.ibest.com.br), o advogado carioca Sérgio Bermudes, com muita inteligência e verve, reproduz narrativas de acontecimentos pitorescos no fórum, especialmente nos debates do salão de júri.

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