Category: FAMÍLIA

PATER/MATERNIDADE SOCIOAFETIVA. MULTIPARENTALIDADE

Pai e mãe não é só quem gera,
é quem cria.
Atualmente as formas de filiação são bilógica, juridica e socioafetiva, sendo que nessa ultima a criança, o pai, a mãe e os irmãos não mais dependem do laços sanguíneos para que seja reconhecido o vinculo familiar. Na filiação socioafetiva, considera-se a situação fática, ou seja a reciprocidade de sentimentos entre os envolvidos, encontrando como base o amor independente da genética.

Continuar Lendo

LICENÇA PATERNIDADE PRORROGADA POR 180 DIAS – DECISÃO DO TRIBUNAL

A lei faz distinção entre o pai e a mãe, no tempo de licença para ficar com o filho recém nascido: 20 dias para o pai, e 4 meses para a mãe (ou até 6 meses, para servidores públicos e nos casos de adesão da empresa a esse programa).Mas há situações em que a permanência do pai nos cuidados com o filho deve ser estendida, como na hipótese de impedimento da mãe por moléstia ou impossibilidade de uma atenção maior à família. Num caso de filhos gêmeos, o Tribunal Regional Federal da 4ª. Região, atendendo a pedido do pai para cuidar de filhos gêmeos, concedeu medida liminar para o fim de prorrogar a licença paternidade de 20 para 180 dias. Providência salutar e humana, no interesse evidente da boa formação da família. Leia mais acessando o link.

Continuar Lendo

TESTAMENTO E PARTILHA EM VIDA

O titular de bens pode dispor sobre a atribuição da sua herança aos herdeiros legítimos ou testamentários. Os modos operacionais variam, mas são destaques o testamento e o codicilo. Também pode ser feita a antecipação da entrega dos bens mediante doação. Detalhes importantes podem ser acrescentados como a imposição de vínculos, a reserva de usufruto e outros dados técnicos a serem estudados com um profissional do direito no preparo da minuta do instrumento e na sua execução pelo tabelião de notas. Veja o que e como fazer, “declare seus desejos”, como ensina a nossa colaboradora Dra. Ivone Zeger, clicando no título.

Continuar Lendo

ALIMENTOS: NÃO PAGOU, PERDE A CARTA

Quem não paga pensão pode sofrer penhora de bens, desconto em folha e até prisão. Mas há situações em que nada disso funciona.
Em um processo de execução de alimentos, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul bateu firme e determinou que o pai que não pagava pensão e não tinha bens para garantir a satisfação da dívida, ficava de castigo, proibido de dirigir veículos. Cassou-lhe a CNH até que os alimentos fossem atendidos. Teria havido excesso na medida repressora? Veja os fundamentos do acórdão, clicando no título.

Continuar Lendo

RECONHECIMENTO DA PATERNIDADE – Antes tarde do que nunca

Há muitas formas de reconhecer a paternidade de um filho. A mais simples é o reconhecimento em cartório, mediante declaração feita no registro civil. Outra forma, se o pai se nega, é a realização do reconhecimento mediante determinação do juiz, em ação própria, a investigação de paternidade. Por último, existe a declaração escrita, que pode também constar de um testamento. Aqui, a pessoa faz uma declaração como ato de última vontade. Em geral, neste caso, o testador quer sigilo e vale-se do chamado testamento cerrado, que somente vem à luz depois de sua morte e traz natural surpresa para os que ficam… Veja as explicações da advogada Ivone Zeger clicando no título.

Continuar Lendo

PRIORIDADE AO IDOSO COM MAIS DE 80 ANOS

Nova lei altera o estatuto do idoso para reafirmar a prioridade dos mais velhos, com ênfase para os maiores de 80 anos de idade.
Permanece o atendimento preferencial, que já havia, aos maiores de 60 anos, mas agora eles ficarão na fila atrás da prioridade absoluta dos octogenários. Tudo para lhes prestar a melhor e mais rápida assistência em suas necessidades da vida civil. Pois não adiantaria reconhecer o direito se a pessoa vem a morrer antes da decisão. Veja os comentários do Dr. Euclides de Oliveira clicando no título.

Continuar Lendo

PROCESSO DE FAMILIA NO JUIZADO ESPECIAL?

Trata-se de inovação legislativa para ampliar a competência dos juizados especiais cíveis, incluindo questões de família. Nem precisava. Já existe a facilitação para as ações de divórcio, assim como para inventário e partilha, pela via extrajudicial, ou seja, por escritura pública em cartório, desde que os interessados sejam maiores e capazes e estejam de acordo. Nas demais situações, em que o litígio persista ou havendo interesses de incapazes (filhos menores), torna-se inviável o rito sumaríssimo dos juizados especiais que até pelo nome de “juizados cíveis” distanciam-se do modelo de processo de família. Lei mais clicando no título.

Continuar Lendo