Category: CASOS E CAUSOS

Casamento pela internet

Deu-se notícia recente, pela imprensa, da realização de um casamento à distância, no cartório de registro civil de Indaiatuba, cidade do interior paulista. O “sim” dos noivos, que se achavam a milhares de quilômetros, em sua residência na Suiça, foi ouvido pelos familiares e pelo juz de casamentos via MSN, em um telão instalado no cartório. Da mesma forma, o casal acompanhava a cerimônia com a seriedade que o caso exigia e sorvendo as alegrias desse importante momento em suas vidas.

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Pistas da infidelidade – Maridos desconfiados roubam lingerie à mulher

Há maridos desconfiados que roubam as cuecas às mulheres para as analisarem em laboratório. Outros dão azo ao ciúme com um “kit de infidelidade” comprado na internet e há quem ponha um GPS para seguir e ouvir o parceiro.
Em parte impulsionado por séries televisivas passadas em laboratórios policiais sofisticados, onde qualquer crime é desvendado, este recurso à genética está a crescer em Portugal e tem aplicações cada vez mais variadas e criativas.

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Falar nos autos

A arma do advogado é a escrita. É o que dizem, embora geralmente os mais labiosos sejam vencedores…
Vai daí que certo advogado bisonho entendeu mal o despacho do Juiz: “Falem as partes”.

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O mineirim e a lésbica

O Mineirim chega à cidade grande, querendo conhecer, biblicamente, algumas mulheres.
Vê uma loira de capa de revista numa mesa de bar e se aproxima meio envergonhado.

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Quando o correto não é justo

Coincidentemente, dois advogados encontram-se no estacionamento de um motel e, constrangidos, reparam que cada um estava com a mulher do outro.
Após alguns instantes silentes e de ‘saia justa’, mas mantendo a compostura própria dos profissionais do direito, em tom solene e respeitoso um diz ao outro:
– Nobre colega, inobstante este fortuito imprevisível, sugiro que desconsideremos o ocorrido, crendo eu que o CORRETO seria que a minha mulher venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência no seu.

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Testemunha perigosa – Eu te conheço?

Num julgamento em Vassouras, o Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada.
Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha:
– Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem sou eu e o que faço?

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O pão do povo

A justiça é o pão do povo.
Às vezes bastante, às vezes pouca.
Às vezes de gosto bom, às vezes de gosto ruim.
Quando o pão é pouco, há fome.

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