Category: CASOS E CAUSOS

CAUSOS FOLCLÓRICOS DO JÚRI

Em crônica publicada pela mídia no ano de 2005 (site www.ibest.com.br), o advogado carioca Sérgio Bermudes, com muita inteligência e verve, reproduz narrativas de acontecimentos pitorescos no fórum, especialmente nos debates do salão de júri.

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DRAMA FAMILIAR COM MORTE BIZARRA

Se você entende de crimes e de castigos, resolva este caso: Suicídio? Assassinato? Crime doloso ou culposo? Na confusão entre o causador inicial e o evento derradeiro, aplica-se o princípio da mors omnia solvit?

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Novela? Não. Apenas a vida…

Dia desses recebi em meu escritório uma cliente pedindo orientação legal para a confusa situação na qual ela se metera. E põe confusa nisso! Se um caso semelhante fosse visto nas telas da TV, as pessoas com certeza comentariam: “Só mesmo em novela”.

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Eu gasto, tu gastas… e ele paga

DÍVIDAS DO CASAL

Dia desses recebi a visita em meu escritório de um marido aflito com os gastos excessivos de sua esposa. O ansioso cônjuge me dizia que já havia até vendido um apartamento para pagar as inúmeras dívidas que sua mulher contraíra com suas cirurgias plásticas e tratamentos estéticos. “Ela é uma gastadeira compulsiva e vai me levar à ruína”, lamuriava-se ele.

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Igualdade dos filhos

Não dê vexame. Cuidado com as gafes

Nosso Código Civil, que regula, entre outras coisas, as leis que regem a família, está valendo desde 11 de janeiro de 2003. Sendo assim, não há desculpas para que certas gafes e equívocos continuem a se reproduzir, seja em conversas, seja nos meios de comunicação.

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A grandeza da profissão de advogado

A saudosa Professora e Advogada Esther de Figueiredo Ferraz, em homenagem aos que lutam pelos direitos das pessoas, lembra que cada cliente que entrega a alguém o patrocínio de sua causa, confia e espera uma justa e pronta solução para suas angústias e para que impere a Justiça. Por isso é que já dizia Voltaire, referindo-se à sua verdadeira tendência vocacional: “Eu quisera ter sido advogado, é a mais bela profissão deste mundo.”

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Discussão marital entre juiz e advogada

Desajeitado, o magistrado Dr. Juílson tentava equilibrar em suas as mãos, uma coca-cola, um pacotinho de biscoitos e uma pasta de documentos. Com toda esta tralha, dirigir-se-ia para seu gabinete, mas ao dar meia volta deparou-se com sua esposa, a advogada Dra. Themis, que já o observava há sabe-se lá quantos minutos. O susto foi tal que a coca, os biscoitos e os documentos foram ao chão. O juiz franziu o cenho e estava pronto para praguejar, quando observou que a testa da mulher era ainda mais franzida que a sua. Por se tratarem de dois juristas experientes, não é estranho que o diálogo litigioso que se instaurava obedecesse aos mais altos padrões de erudição processual.

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