Texto Tagueado com: "pai"

  • SERÁ QUE O PAI PODE TUDO?

    SERÁ QUE O PAI PODE TUDO?

    Os pais não são os senhores absolutos da vida de seus filhos. Eles devem seguir direitos e deveres estabelecidos por lei, sob o risco de perdê-los. O chamado Poder Familiar, antigo Pátrio Poder, significa autoridade com responsabilidade, muito mais obrigações do que direitos na criação e na educação dos filhos menores de 18 anos. Quem explica é a advogada Ivone Zeger.

    leia mais →
     
  • FILHO DA MÃE. E O PAI?

    FILHO DA MÃE. E O PAI?

    Ter sua paternidade legalmente reconhecida é um direito que nossa legislação garante a todos os brasileiros – inclusive os nascidos fora do casamento. Em casos como esses, o procedimento não é tão complicado quanto se imagina. No momento em que uma mãe solteira for ao cartório lavrar a certidão de nascimento de seu filho, o tabelião deverá lhe perguntar o nome do suposto pai. A indicação é remetida ao juiz, que marcará uma audiência. Se o pai estiver de acordo, seu nome é incluído na certidão. Caso contrário, terá início um processo de investigação de paternidade. Veja como se procede, nas explicações da colaboradora Ivone Zeger em ‘Leia mais’.

    leia mais →
     
  • VOU INTERDITAR MEU PAI

    VOU INTERDITAR MEU PAI

    A preocupação dos filhos com a fortuna do pai, em casos de viuvez e de uma nova união (especialmente quando a namorada é nova), longe de ser revelação de amor filial, demonstra incompreensão e certo egoísmo, sem falar na censurável cobiça dos bens alheios.
    Que cada qual labore e construa o seu patrimônio, sem esperar pela colheita futura das benesses paternas.
    Ressalvadas as situações de incapacidade mental, como em eventuais hipóteses de prodigalidade, ao titular do bem, seja ele jovem, maduro ou idoso, deve-se resguardar o pleno direito de usufruir, com liberdade, de tudo o que arduamente conquistou em sua vida. Nossa colaboradora, advogada Ivone Zeger comenta bem esses casos…

    leia mais →
     
  • DIREITO DO PAI DIVORCIADO

    O papel de um pai separado ou divorciado não precisa – e não deve – se restringir ao de um mero visitante, de uma presença irrelevante na vida dos filhos. Afinal, mesmo que a guarda das crianças tenha ficado com a ex-mulher, isso não significa, de forma alguma, que ele tenha perdido seu poder familiar. Veja os comentários da advogada Ivone Zeger…

    leia mais →