Publicações Recentes

  • Regime de bens no casamento

    Substanciais mudanças se observam na regulamentação, pelo novo Código Civil, do regime matrimonial de bens (artigos 1.639 e seguintes).
    Desaparece o regime dotal, que, na realidade, tem sido de mínimo uso entre nós. Permanecem os três regimes tradicionais: comunhão universal, em que se comunicam todos os bens, havidos antes ou depois do casamento (mesmo em casos de doação ou herança); comunhão parcial, em que somente se comunicam os bens adquiridos onerosamente durante o casamento; e separação de bens, convencional ou obrigatória, em que os cônjuges permanecem com a propriedade exclusiva dos bens adquiridos a qualquer tempo.

    leia mais →
     
  • Casamento, separação e divórcio no novo Código Civil

    O novo Código Civil brasileiro, Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002, com vigência marcada para um ano após sua publicação, cuida do Direito de Família no Livro IV, artigos 1.511 a 1.783, incorporando em seu texto as diversas modificações ditadas pelas normas principiológicas da Constituição Federal de 1988 e por leis especiais atinentes ao organismo familiar.

    leia mais →
     
  • Alterado o imposto sobre herança e doação

    Nem bem se havia assimilado a radical modificação trazida pela Lei estadual paulista 10.705, de 28 de dezembro de 2000, sobre a o imposto na transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direitos (ITCMD), vem de ser editada nova legislação sobre a matéria, com relevantes inovações.Trata-se da Lei bandeirante 10.992, de 21 de dezembro de 2001, que altera dispositivos da Lei 10.705/00 em pontos essenciais, como os relativos a limites de isenção, alíquota e forma de recolhimento do imposto.

    leia mais →
     
  • Indenização por danos morais ao nascituro

    Põe-se em confronto, no presente estudo, de um lado, a responsabilidade pela mais ampla indenização material e moral, sempre que haja lesão a direito alheio; de outro, o conceito civilístico de personalidade, iniciada do nascimento com vida, embora se ressalvem os direitos do nascituro desde a concepção.
    Daí a pergunta se cabe indenização por danos materiais e morais a nascituro. A responsabilidade indenizatória teve grande evolução com a abrangência dos chamados danos morais, em face dos novos princípios encartados na Constituição Federal de 1.988, artigo 5º, incisos V e X. Quanto ao nascituro, questiona-se o alcance da norma contida no artigo 4o do Código Civil, no contexto de outras disposições constitucionais e legais que asseguram o fundamental direito à vida com todas as garantias que lhe são imanentes.

    leia mais →
     
  • Direito à saúde

    O presente estudo trata do direito da pessoa humana à saúde como consectário do direito à vida. Analisa a garantia desse direito pelo Estado, por decorrência de convenções internacionais de direitos humanos e normas constitucionais e legais em vigor no Brasil.
    O autor argumenta com a necessidade de atendimento sanitário integral à população, incluindo medidas preventivas, tratamento médico hospitalar e fornecimento gratuito de medicação à pessoa doente.

    leia mais →
     
  • Dano moral. Conceito e valor para fins de indenização.

    O princípio geral da responsabilidade civil aponta para o dever de indenizar sempre que presentes os elementos caracterizadores do ato ilícito. Seu fundamento está no artigo 159 do Código Civil: ?aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano?

    leia mais →
     
  • O percurso entre o conflito e a sentença nas questões de família

    Tal qual em outras áreas da relação jurídica, tem sido notável a transmutação de conceitos na órbita da relação familiar, abrangendo o mundo jurídico dos cônjuges, dos companheiros, concubinos, filhos e outros partícipes desse fundamental núcleo de vivência humana. Viu-se alterado o próprio conceito de família, desde a Constituição Federal de 1988. Foram reconhecidas novas formas de entidade familiar, além daquela, tradicional, formada à sombra do casamento.

    leia mais →
     
  • Responsabilidade do Estado pelo atendimento integral à saúde da pessoa humana

    Para os fins deste estudo, propõe-se demonstrar a relevância do direito à saúde como componente do direito à vida e à subsistência da pessoa humana em condições de dignidade.

    Em se tratando de direito fundamental das pessoas, a saúde deve merecer proteção integral por parte do Estado, mediante assistência que garanta a efetividade daquele direito em todos os planos, sejam preventivos, de manutenção e de recuperação (cura).

    leia mais →
     
  • Retificação do nome por apelido

    Constitui corriqueiro fato social em certos meios, especialmente em cidades do interior, a troca do nome de registro de uma pessoa por outras designações derivadas do próprio nome (diminutivos ou aumentativos, como Zé, Zézinho ou Tonhão), de características de sua personalidade (exs.: Fujão, Corisco, Fuinha), aparência física (Capitão Gancho, Gigante, Careca) ou acontecimentos ligados de uma ou de outra forma, às vezes de nebulosa origem, à existência do indivíduo.

    leia mais →
     
  • Ai que saudades do meu latim

    Não faz muito tempo o Latim era disciplina obrigatória no ginásio, com aperfeiçoamento para aqueles que seguiam o curso Clássico. Aprendiam todos a declinar a ?rosa? e o ?qui, quae, quod?. Os mais espertos acompanhavam César na travessia do Rubicão ou chegavam a declamar as catilinárias de Cícero.

    leia mais →