Órfãos de pais vivos

Há famílias fundadas somente em vínculos afetivos e outras em que só há vínculos biológicos. Neste segundo caso, quais as consequências da falta do dever de cuidado e de aproximação afetiva entre pais e filhos? Quem põe filho no mundo é responsável por sua criação, formação e evolução no meio social e familiar. Escrevem a esse respeito Wilson José Vinci Júnior e Luciana Vieira Dallaqua Vinci, chamando a atenção para a responsabilidade dos pais no concerto da família, que não é apenas a comunidade formada a partir de vínculos biológicos, mas também aquela unida pelo afeto, pelo desejo de convivência saudável entre os seus membros. Por isso é que a criança sem esse amparo moral considera-se orfã de pais vivos. Leia em www.ipam.com.br (fonte: www.conjur.com.br).

 

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