Arquivo para junho, 2010

  • Marido e mulher: até que a morte – ou a nulidade – os separe

    Só gente muito chique e abonada como, digamos, Caroline de Mônaco, consegue a anulação de seu casamento religioso, certo? Errado. Para início de conversa, não existe a anulação do matrimônio católico – o que existe é a nulidade. E há muito tempo isso deixou de ser privilégio dos bem-nascidos. Só no Brasil, os tribunais eclesiásticos – órgãos da igreja católica encarregados de julgar essas questões – recebem, por ano, cerca de 2.600 ações pedindo a nulidade de casamentos religiosos. Desses pedidos, 95% são concedidos dentro de um a três anos, a custos que variam de um a sete salários mínimos. Ou seja, a maioria de nós, meros plebeus, pode pleitear a nulidade –até quem já é divorciado.

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  • 007: Sem licença para bater

    Revelações feitas pela atriz Diane Cilento, que foi casada com Sean Connery na década de sessenta, trouxeram à tona uma outra faceta daquele que foi a mais célebre encarnação de James Bond no cinema. Ao contrário da sedutora e cavalheiresca imagem que projetou nas telas sob a pele do 007, Connery teria sido, na vida real, um marido possessivo e violento, capaz de agredir a esposa a socos até deixá-la inconsciente. Pelo menos é que o afirma Diane em sua autobiografia, chamada My Nine Lives. Para vingar-se, conta ela, Connery colocou o filho dos dois em um colégio interno.

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  • Golpe do baú – quando a vida real vira trama de novela

    Trama de novela que se preze sempre tem alguma história de golpe do baú. Os apuros da heroína inocente que cai nas garras de um sedutor disposto a tudo para pôr as mãos em seu dinheiro é enredo obrigatório de nove em cada dez folhetins televisivos. O público segue com a respiração suspensa os mirabolantes esquemas bolados pelo vilão para enganar a “mocinha” da trama, e com freqüência essas tramóias parecem tão fantasiosas que nos levam a pensar: “isso é coisa de novela”. Mas não é bem assim. O famigerado golpe do baú não existe apenas na fértil imaginação de nossos novelistas e dramaturgos. Do lado de cá da tela da TV, não faltam situações reais que poderiam servir de inspiração às mais imaginativas tramas novelescas.

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