CASOS E CAUSOS

ARTIGOS E TEXTOS

  • Falar nos autos

    A arma do advogado é a escrita. É o que dizem, embora geralmente os mais labiosos sejam vencedores…
    Vai daí que certo advogado bisonho entendeu mal o despacho do Juiz: “Falem as partes”.

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  • O mineirim e a lésbica

    O mineirim e a lésbica

    O Mineirim chega à cidade grande, querendo conhecer, biblicamente, algumas mulheres.
    Vê uma loira de capa de revista numa mesa de bar e se aproxima meio envergonhado.

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  • Vara criminal – audiência em processo de estupro

    Entre as testemunhas da acusação, uma irmã da vítima.
    O juiz manda chamar a testemunha:

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  • Parentesco complicado:  como terminei sendo avô de mim mesmo…

    Parentesco complicado: como terminei sendo avô de mim mesmo…

    Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão.
    Meu pai é viúvo e eu solteiro.
    No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão.

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  • Quando o correto não é justo

    Coincidentemente, dois advogados encontram-se no estacionamento de um motel e, constrangidos, reparam que cada um estava com a mulher do outro.
    Após alguns instantes silentes e de ‘saia justa’, mas mantendo a compostura própria dos profissionais do direito, em tom solene e respeitoso um diz ao outro:
    – Nobre colega, inobstante este fortuito imprevisível, sugiro que desconsideremos o ocorrido, crendo eu que o CORRETO seria que a minha mulher venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência no seu.

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  • Testemunha perigosa – Eu te conheço?

    Testemunha perigosa – Eu te conheço?

    Num julgamento em Vassouras, o Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada.
    Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha:
    – Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem sou eu e o que faço?

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  • O pão do povo

    O pão do povo

    A justiça é o pão do povo.
    Às vezes bastante, às vezes pouca.
    Às vezes de gosto bom, às vezes de gosto ruim.
    Quando o pão é pouco, há fome.

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  • In dubio pro reo?

    In dubio pro reo?

    Um réu estava sendo julgado por assassinato na Inglaterra.
    Haviam fortes evidências sobre a sua culpa, mas o cadáver não aparecera.

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  • Bafafá no Supremo, com todo o respeito

    Bafafá no Supremo, com todo o respeito

    Saiu no Estadão, coluna do Tuty Vasques, comentário sobre recente (abril de 2009) bate-boca no STF, por causa de séria dúvida nuns embargos declaratórios. À falta de melhores esclarecimentos da causa, a tertúlia jurídica desacambou para cobranças e acusações pessoais entre um Ministro e o Presidente da Corte, até que um deles deu o breque: “V. Exa. me respeite”. E o outro, de bate pronto: “Eu é que exigo mais respeito de V. Exa.”. Nada de palavrões, bem se vê, só elegância e fino trato.

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  • Casar de novo???

    Casar de novo???

    É uma verdadeira lição de vida.
    Realmente nos preocupamos (você principalmente) em nos atualizar , em estar sempre na frente das novidades, em discutir novas teses, em doutrinar companheiros, em aprender sempre mais, em ser sempre o primeiro em matéria de trabalho. Só focamos o trabalho intelectual, o lado profissional, a fama e o nome entre os melhores, a admiração dos amigos.

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